“Eu gosto é desse medo do incerto,
desse acaso, desse nó na teia do tempo...
desse cheiro de vida relativa.
Porque amanhã é sempre incerto,
coberto por uma nuvem cinza,
e o que vem a dar certo é algo belo
inesperado,
tentando dosar, esse copo de entusiasmo com
a existência nua e crua, sigo viajem pela
ponte frágil da vida”
jefferson elias 20/08/2011
Nenhum comentário:
Postar um comentário