Sei que já deve ser clichê o tema, mais vou insistir em colocar aqui algumas coisas que acho importante sobre “medir a vida”. Pra falar a verdade, eu pouco sei sobre o seu máximo comprimento (ou que parece mais óbvio, nada sei), pra uma grande maioria ocidental, se está no auge da vida , quando se consegue um bom emprego , um AP novo, um carro do ano e uma boa mulher ao lado (pros homens é claro). Do lado oriental pouco me atrevo a tentar explicar o que seria um auge ou mesmo um ponto baixo da vida, o que arrisco a dizer que a espiritualidade e a disciplina com certeza estão no topo desses altos e baixos.
Semana passada li uma reportagem que com certeza de algum modo mudou meu jeito de medir a vida, sou um fã ou um seguidor fiel da coluna e de tudo que Eliane Brum escreve, e com certeza a coluna que escreveu semana passada sobre uma psicóloga que deixa uma vida como a minha a sua e de todo o ocidente, pra se jogar e mergulhar numa missão de ajudar a salvar vidas através dos Médicos sem Fronteiras (MSF), no texto Eliane conta a história de Débora Noal, uma gaúcha que é de tirar o fôlego por tudo que fez e que ainda continua fazendo por tantas pessoas pelo mundo, Débora deixa tudo, Apartamento, móveis, familiares, animais de estimação para uma missão que ela mesma não sabe se voltará, pois a maiorias dos países que Débora vai, são zonas de conflitos violentas, das quais muitos de nós sentados em nossos sofás confortáveis jamais poderão imaginar acontecer. Mais estou dizendo tudo isso pra voltar a dizer o que disse antes, Débora resolveu com certeza medir a vida de outro ponto, de outras maneiras, da maneira que pelo menos a maioria de nós jamais poderá vivenciar, mais a vida de Débora se tornou maior? A medida da sua vida é maior que a sua a minha e a de todo ocidente?Sinto muito em dizer mais aqui nesse texto você não encontrará a resposta, pois a resposta ou a não resposta (a dúvida) fica com você, a medida da vida está em cada um de nós, estarmos por cima ou por baixo pode ser uma questão estética, ou simplesmente social, a medida da vida posso dizer que vai além, um pouco acima do sol. E deixarei o link para que todos possam entrar nessa maravilhosa história contada e entrevistada por Eliane Brum.
Semana passada li uma reportagem que com certeza de algum modo mudou meu jeito de medir a vida, sou um fã ou um seguidor fiel da coluna e de tudo que Eliane Brum escreve, e com certeza a coluna que escreveu semana passada sobre uma psicóloga que deixa uma vida como a minha a sua e de todo o ocidente, pra se jogar e mergulhar numa missão de ajudar a salvar vidas através dos Médicos sem Fronteiras (MSF), no texto Eliane conta a história de Débora Noal, uma gaúcha que é de tirar o fôlego por tudo que fez e que ainda continua fazendo por tantas pessoas pelo mundo, Débora deixa tudo, Apartamento, móveis, familiares, animais de estimação para uma missão que ela mesma não sabe se voltará, pois a maiorias dos países que Débora vai, são zonas de conflitos violentas, das quais muitos de nós sentados em nossos sofás confortáveis jamais poderão imaginar acontecer. Mais estou dizendo tudo isso pra voltar a dizer o que disse antes, Débora resolveu com certeza medir a vida de outro ponto, de outras maneiras, da maneira que pelo menos a maioria de nós jamais poderá vivenciar, mais a vida de Débora se tornou maior? A medida da sua vida é maior que a sua a minha e a de todo ocidente?Sinto muito em dizer mais aqui nesse texto você não encontrará a resposta, pois a resposta ou a não resposta (a dúvida) fica com você, a medida da vida está em cada um de nós, estarmos por cima ou por baixo pode ser uma questão estética, ou simplesmente social, a medida da vida posso dizer que vai além, um pouco acima do sol. E deixarei o link para que todos possam entrar nessa maravilhosa história contada e entrevistada por Eliane Brum.
Vale a pena conferir:
Lição de vida,um tapa na cara do egoísmo!
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