Quem nunca ao andar pelas ruas da cidade se deparou com aquele rosto que há anos não se via, seja de um amigo (a) ou a professora do colégio que nem se lembra mais de você e que provavelmente ao passar ao seu lado será a última vez que a vê. Há tantos rostos escondidos em nossas memórias que alguns não chegaram a ser lembrados jamais.
Nesses desencontros da vida aonde nos esquecemos de lembrar que esquecemos, tão pouco há espaço para as lembranças, há rostos que cruzam com os nossos pelos vidros dos carros, pelas escadas rolantes do shopping, rostos que em algum momento da vida fizeram parte de um contexto. Quantos de nós ainda mantemos contato com o melhor amigo da primeira série? Quantos já se perguntaram como estaria a vida dessa pessoa hoje?
Talvez para uma geração de tanta informação somente o necessário é útil e fundamental, não estou aqui defendo o fato de termos que lembrar de todos ou de lembrarmos de rostos que hoje já mudaram com o tempo, rostos hoje marcados com outras expressões. Estou aqui para lembrar o quanto somos pequenos e grandes ao mesmo tempo, o quanto somos tudo e nada e como não há força para um domínio total da mente, e o quanto é fundamental acreditar que a lógica da vida é um mistério, somos esse emaranhado de lembranças e esquecimentos.
Quantos já se foram e mal sabemos como se foram, e não tivemos notícias porque simplesmente aquele rosto ficou esquecido, já não havia lugar para ele na nossa mente consciente, há novos rostos, que se fixam e que possivelmente ao abrirmos outros caminhos não nos lembraremos mais. Pense em algum amigo da infância ou um simples coleguinha de classe e que após aquele período, jamais o tenha visto de novo. Será que não cruzou pelo seu caminho ao voltar para o trabalho, ou será que hoje ele já se foi e você também irá morrer sem saber que ele se foi primeiro que você. Parece triste, angustiante mais é um fato muitas vezes despercebido por esse mar de existência que nos cerca.
Nesses desencontros da vida aonde nos esquecemos de lembrar que esquecemos, tão pouco há espaço para as lembranças, há rostos que cruzam com os nossos pelos vidros dos carros, pelas escadas rolantes do shopping, rostos que em algum momento da vida fizeram parte de um contexto. Quantos de nós ainda mantemos contato com o melhor amigo da primeira série? Quantos já se perguntaram como estaria a vida dessa pessoa hoje?
Talvez para uma geração de tanta informação somente o necessário é útil e fundamental, não estou aqui defendo o fato de termos que lembrar de todos ou de lembrarmos de rostos que hoje já mudaram com o tempo, rostos hoje marcados com outras expressões. Estou aqui para lembrar o quanto somos pequenos e grandes ao mesmo tempo, o quanto somos tudo e nada e como não há força para um domínio total da mente, e o quanto é fundamental acreditar que a lógica da vida é um mistério, somos esse emaranhado de lembranças e esquecimentos.
Quantos já se foram e mal sabemos como se foram, e não tivemos notícias porque simplesmente aquele rosto ficou esquecido, já não havia lugar para ele na nossa mente consciente, há novos rostos, que se fixam e que possivelmente ao abrirmos outros caminhos não nos lembraremos mais. Pense em algum amigo da infância ou um simples coleguinha de classe e que após aquele período, jamais o tenha visto de novo. Será que não cruzou pelo seu caminho ao voltar para o trabalho, ou será que hoje ele já se foi e você também irá morrer sem saber que ele se foi primeiro que você. Parece triste, angustiante mais é um fato muitas vezes despercebido por esse mar de existência que nos cerca.
Jefferson Elias
27/12/2011
Um Grande Ano novo a todos! E que 2012 possa trazer muitas expectativas boas a todos, com muitos projetos e realizações.
Um Grande Ano novo a todos! E que 2012 possa trazer muitas expectativas boas a todos, com muitos projetos e realizações.
Grande abraço

