Numa sociedade em que se valoriza tanto a oratória e o discurso , ficar em silencio perto das pessoas parecer ser um sinal de depressão ou solidão. Tenho reparado como falar se torna algo barato , claro que nao defendo aqui e ideia de ninguém ficar em silêncio o dia todo ou por dias , logicamente não é uma má ideia , ainda sonho com um retiro , que fique em silencio pelo menos uns 10 dias, seria muito interessante. O fato é que a grande dificuldade que vejo é a possibilidade de escutar o outro , pare e pense , quantas vezes paramos para escutar o outro, tenho certeza de que se lembra de raras "escutatórias ", quantas vezes você já ouviu falar de alguma curso de "escutatória "?. Vejo curso de oratória por todos os lados , todos querem dizer muito e escutar pouco, percebo que quando estou em casa ou mesmo na faculdade afim de falar pouco ou nada falar , sempre alguém pergunta , se tem alguma coisa errada ou se estou doente , o fato que o silencio é algo estranho a essa cultura ocidental tão "espetacular ", vejo pessoas falando sem parar , que não consigo observar o momento em que param pra respirar.
O silencio sempre nos liga a paz , tanto interior quanto exterior , ficar em silencio significa ir além da palavra , para alguns parece um sacrifício , mais quando se descobre o ponto em que o silencio eleva o espírito humano, há um lugar que não há como descrever aqui , algo que está alem do bem e do mal .
E como diz a música do Pouca Vogal "Eu tenho fé na força do silêncio "....
Jefferson Elias
29/03/2011
terça-feira, 29 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
JAPÃO !
O Japão sofre um desastre terrível, a notícia chega a nossas casas a pouco tempo depois. A força da natureza mais uma vez , leva a vida de centenas (ou milhares) de pessoas. O que se pode fazer contra toda essa fúria?
Nesse caso específico do Japão, acredito que as opções para tentar salvar alguma coisa, inclusive a vida eram poucas, mesmo estando “preparados “ para situações como terremotos e outras circunstancias parecidas ,o Japão enfrentou até agora a mais terrível onda de destruição da natureza.
Hoje iria escrever sobre algo da literatura brasileira, mais não poderia deixar de escrever aqui sobre a catástrofe no Japão, as imagens foram tão chocantes que ficaram gravadas pra sempre na minha memória e espero na memória de muitos humanos, o velho e verdadeiro clichê deve ser mantido , devemos tirar algo de experiência para nossas vidas, mais algo não somente individual mais sim coletivo, já que a corrente insiste em nos levar ao individualismo comercial.
Espero haver o tempo em que as fronteiras territoriais deixem de ser mais importante que o coração humano, em que possamos ver além do próprio eu. Ah , outra coisa que gostaria de deixar aqui é que pra alguns como infelizmente já senti , é mais uma notícias dos telejornais , pra outra motivo de piada ,e para os “normais” somente algo “lamentável”. Deixo aqui a trecho de uma das minha músicas preferidas.
Nesse caso específico do Japão, acredito que as opções para tentar salvar alguma coisa, inclusive a vida eram poucas, mesmo estando “preparados “ para situações como terremotos e outras circunstancias parecidas ,o Japão enfrentou até agora a mais terrível onda de destruição da natureza.
Hoje iria escrever sobre algo da literatura brasileira, mais não poderia deixar de escrever aqui sobre a catástrofe no Japão, as imagens foram tão chocantes que ficaram gravadas pra sempre na minha memória e espero na memória de muitos humanos, o velho e verdadeiro clichê deve ser mantido , devemos tirar algo de experiência para nossas vidas, mais algo não somente individual mais sim coletivo, já que a corrente insiste em nos levar ao individualismo comercial.
Espero haver o tempo em que as fronteiras territoriais deixem de ser mais importante que o coração humano, em que possamos ver além do próprio eu. Ah , outra coisa que gostaria de deixar aqui é que pra alguns como infelizmente já senti , é mais uma notícias dos telejornais , pra outra motivo de piada ,e para os “normais” somente algo “lamentável”. Deixo aqui a trecho de uma das minha músicas preferidas.
“Quanto vale a vida, nessa terra de Gigantes?” Humberto Gessinger
Texto: Jefferson Elias
domingo, 6 de março de 2011
É musica ou não é ?
Agora as cores viraram moda na música brasileira, mas afinal de contas isso é música ou não é?
Restart, Cine e outros que faço questão de esquecer o nome, pois não fizeram tocar a alma com suas músicas.
Todos os dias vejo o ódio e amor aos coloridos, esses dias no twitter o roqueiro tico santa cruz era um exemplo do ódio a geração colorida, mais ainda insisto que a liberdade está acima de tudo na vida. Então deixe as crianças cantarem como quiserem, amanhã quem irá se arrepender será os próprios garotos.
Mais cá pra nós, já não vejo bandas como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Engenheiros Do Hawaii e outras que não me vêem na cabeça agora, que realmente mudaram a mentalidade de toda uma geração, e que influenciou toda a atitude de um povo, pessoalmente ao escutar legião urbana com músicas como “Tempo Perdido”, “Geração Coca-Cola”, “Que país é este”, não tem como arrepiar até alma com as letras de Renato Russo, o líder que tinha uma verdadeira essência do Rock Nacional Brasileiro.
Como se diz na política, vou repetir aqui também, toda geração tem a música que merece, se esse é o grito da nova geração, o que resta é deixarem em paz ela com seus “gritos de liberdade”.
Restart, Cine e outros que faço questão de esquecer o nome, pois não fizeram tocar a alma com suas músicas.
Todos os dias vejo o ódio e amor aos coloridos, esses dias no twitter o roqueiro tico santa cruz era um exemplo do ódio a geração colorida, mais ainda insisto que a liberdade está acima de tudo na vida. Então deixe as crianças cantarem como quiserem, amanhã quem irá se arrepender será os próprios garotos.
Mais cá pra nós, já não vejo bandas como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Engenheiros Do Hawaii e outras que não me vêem na cabeça agora, que realmente mudaram a mentalidade de toda uma geração, e que influenciou toda a atitude de um povo, pessoalmente ao escutar legião urbana com músicas como “Tempo Perdido”, “Geração Coca-Cola”, “Que país é este”, não tem como arrepiar até alma com as letras de Renato Russo, o líder que tinha uma verdadeira essência do Rock Nacional Brasileiro.
Como se diz na política, vou repetir aqui também, toda geração tem a música que merece, se esse é o grito da nova geração, o que resta é deixarem em paz ela com seus “gritos de liberdade”.
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